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  • Foto do escritorFlora Fogaça

“A inclusão das flores e plantas ornamentais na categoria de produtos hortícolas contribuirá mais ainda para o desenvolvimento do setor”

Cláudio Fogaça, da Flora Fogaça, defende esta tese na Reforma Tributária

A Câmara dos Deputados está em processo de discussão sobre os projetos de lei complementares que tratam da regulamentação da reforma tributária. Esta semana os deputados estarão envolvidos nos debates para aprovar as matérias em plenário antes do início do recesso parlamentar – a partir de 18 de julho.


O deputado Vitor Lippi (PSDB/SP), que também é membro do grupo de trabalho que institui o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços, está engajado e tem trabalhado na busca de uma Reforma Tributária que possa tornar o país mais competitivo.


Para ele, a Reforma Tributária é necessária, “mas precisa ser justa”.  Um dos pontos defendidos pelo parlamentar é que “as flores e plantas ornamentais assim como os legumes, verduras e frutas são produtos hortícolas e merecem o tratamento tributário adequado na Reforma Tributária”.


O deputado ainda acrescenta que “ao não reconhecer flores e plantas como produtos hortícolas, estamos colocando em risco o emprego direto de mais de 250.000 pessoas e quase 1 milhão indiretos, sendo que 50% da mão de obra é ocupada por mulheres”.  E reforça que “o setor de Flores e Plantas é o que mais emprega mulheres no agronegócio, fixando não somente o homem, mas também a mulher no campo”.


Posicionamento da Flora Fogaça


Cláudio Fogaça, CEO da Flora Fogaça, também concorda com o posicionamento do deputado Vitor Lippi, sobre as flores e plantas ornamentais, “a inclusão das flores e plantas ornamentais na categoria de produtos hortícolas contribuirá mais ainda para o desenvolvimento do setor”.


Fogaça, em mensagem aos deputados federais cearenses, também chamou a atenção sobre os benefícios que este projeto complementar trará para o setor. “A redução da carga fiscal permitirá que os produtores de flores e plantas ornamentais ofereçam os seus produtos a preços mais competitivos no mercado interno e externo, além de mais investimento na expansão de suas atividades, o que gerará mais empregos e renda para o estado”.


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